Os meus livros publicados - os meus trabalhos no jornalismo filatélico.
segunda-feira, 11 de junho de 2012
SELOS NOVOS - PORTUGAL
quarta-feira, 6 de junho de 2012
domingo, 27 de maio de 2012
FRANQUIA - UMA MARCA
Daniel Costa
quarta-feira, 16 de maio de 2012
80 ANIUVERSÁRIO DIÁRIO DO ALENTEJO
Daniel Costa
domingo, 7 de março de 2010
Adiafa Filatelia
Desde o início da vida na Terra, ao longo de milhares de anos que surgem novas espécies a partir de outras – um fenómeno chamado especiação. Quando a população populações são sujeitas a isolamento ou a diferentes condições ambientais, acabam por evoluir em direcções divergentes tornando-se demasiado distintos para se produzirem em direcções divergentes, tornando-se demasiado distintas para se reproduzirem entre si, apesar de terem um antepassado comum.
Link de FILATELIA 77, São Paulo.
http://www.filatelia77.com.br/informativo/
Link da entrevista que o Director da Filatelia do CTT me concedeu em 27/10/2009.
http://sol.sapo.pt/blogs/mitalaia/archive/2009/10/28/FRANQUIA-_2D00_-Entrevista-com-o-Dr.-Raul-Moreira.aspx
Também publicado no JORNAL DA AMADORA, em 14/11/2009
OUTRO LINCK DE POST CONTENDO UMA CRITICA QUE ME É DIRIGIDA. ABRINDO ESTE, MAIS OUTRO LINK CONTIDO, O QUE O ORIGINOU APARECE.
http://sol.sapo.pt/blogs/mitalaia/archive/2009/11/17/SORRISO-DE-BENEVOL_CA00_NCIA.aspx
Daniel Costa
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Adiafa Filatelia
http://www.blogger.com/profile/18365468956488759820
Link de FILATELIA 77, São Paulo.
http://www.filatelia77.com.br/informativo/
Link do Jornal FILACAP, Cachoeira Paulista, São Paulo.
http://webmail.clix.pt/mail/reademail.pl?id=22&folder=Inbox&cache=a043e2131002130431w506df393k64fd4f75fdb9b07e@mail.gmail.com
Link da entrevista que o Director da Filatelia do CTT me concedeu em 27/10/2009.
http://sol.sapo.pt/blogs/mitalaia/archive/2009/10/28/FRANQUIA-_2D00_-Entrevista-com-o-Dr.-Raul-Moreira.aspx
Também publicado no JORNAL DA AMADORA, em 14/11/2009
OUTRO LINCK DE POST CONTENDO UMA CRITICA QUE ME É DIRIGIDA. ABRINDO ESTE, MAIS OUTRO LINK CONTIDO, O QUE O ORIGINOU APARECE.
http://sol.sapo.pt/blogs/mitalaia/archive/2009/11/17/SORRISO-DE-BENEVOL_CA00_NCIA.aspx
Daniel Costa
quinta-feira, 18 de junho de 2009
adiafa filatelia
A 14/11/1995, os CTT – Correios de Portugal lançaram uma série, de um selo comemorativo do Natal desse ano, que logo se designou por Apátrida, dado a primeira tranche de 150.000, sair sem a palavra Portugal.
A tiragem foi de 500.000, tendo os outros 350.000 a palavra a designar o país emissor.
Em 1996 foi-me remetida carta de Setúbal taxada com um selo com a palavra Portugal invertida.
Contactado por escrito, aquele amigo filatelista, soube que me fizera o obséquio, pois sabia do que se tratava.
Tinha conseguido adquirir dez selos com esse erro de fabrico, os últimos ainda existentes, na Estação da Anunciada, em Setúbal, a única daquela cidade que o recebeu.
Segundo o que conseguiu apurar foram recebido 1800 selos, possivelmente haveria mais folhas de selos, com o erro. Uma de cem foi vendida a uma firma, a qual foi abordada de seguida, porém já tinha gasto todos a selar correspondência.
Dizia aquele amigo: “muitos selos terão chegado a vários pontos do pais, a taxar correspondência e estarão no lixo.”
Fui talvez o único a abordar por escrito, em artigo publicado na extinta revista “Crónica Filatélica,” da Afinsa, em Madrid, creio ser essa a razão, porque o Erro vem mencionado no Catálogo Afinsa, e em “NOTA DE ABERTURA,” no “Bolsa Jornal Clube FRANQUIA.”
Por razões óbvias, não posso ter a certeza se foram ultrapassadas barreiras, presumo que sim, porém não devo divulgar o nome do amigo, mas arquivei as várias correspondências sobre o assunto.
Ofereci o erro a um amigo, coleccionador especializado, por me merecer a acção.
Sobre o selo, dito Apátrida, respingo do meu próprio artigo na “Crónica Filatélica”:
“… é evidente que o caso de haver 150.000 selos, sem a palavra Portugal, não foi erro inocente ... tanto mais que na revista CRÓNICA FILATÉLICA, de Madrid, no número 129 de Janeiro de 1996, aparecia um artigo de página, ilustrado com dois funcionários, apresentado a respectiva maqueta da peça, sem o nome do país.”
O Erro de fabrico, no selo comemorativo do Natal 1995, pelo que fica dito, tem de ser considerado raro, embora tenha sabido de mais outros, que estiveram á venda no mercado da filatelia.
Daniel Costa
segunda-feira, 15 de junho de 2009
adiafa filatelia
Como se sabe, as falhas de impressão que aparecem em filatelia, quando detectadas, são indícios de raridade, algo que pode conferir às respectivas peças o carácter de preciosidades, pelo que tenho prazer em divulgar as que tenho conhecimento.
Apresento uma que me foi comunicada pelo seu possuidor, José Augusto Consolado Rodrigues, de Rossio, ao sul do Tejo, a quem agradeço a informação sobre o bloco, a partir de cópias.
Qualifico este erro fabuloso.
Trata-se do bloco (Afinsa 135), com a Praça de Toiros do Campo Pequeno, em Lisboa, como é possível ver, num dos exemplares, o errado, numa parte da Praça, não aparece a cor tijolo.
Como poderá ser observado, através de um conta fios, o bloco desenhado genialmente pela pintora Maluda, foi impresso por cores directas e não com as clássicas quatro cores primárias de selecção: o amarelo, azul, magenta e preto.
Esse é o erro, veja-se o exemplar normal.
O bloco faz parte de uma série, com mais quatro selos, emitida em 18/02/1992, evocando o centenário da célebre Praça do Campo Pequeno.
Veio enriquecer o Tema Taurino, um Tema que faltava em Portugal, um dos países, onde a festa brava tem tradição, faltava assinalar filatelicamente, como então sucedeu.
O Tema não será rico em material raro, um erro com tanta nitidez, numa tiragem de apenas 100.000 exemplares, terá de ser considerada peça muito destacada, uma vez, ser sabido haver controlo de qualidade nos CTT – Correios de Portugal, precisamente para evitar a saída de exemplares com erros.
Daniel Costa
quinta-feira, 11 de junho de 2009
adiafa filatelia
JOSÉ SARAMAGO
Quando se pensava concluído o Programa de Emissões Filatélicas de 1988, inesperadamente os CTT anunciaram a emissão, um bloco de homenagem a José Saramago, por ter sido galadoado com o Prémio Nobel de Literatura 1998.
Não há muito, em 1996, o especialista cinematográfico João Benard da Costa, no lançamento do seu livro, O CINEMA PORTUGUÊS NUNCA EXISTIU, lamentou-se por não ter podido fazer outra selecção dos nomes que iam figurar em na série, 100 ANOS DO CINEMA EM PORTUGAL, devido à tradição de os CTT não homenagearem figura vivas.
Quando o Professor Egas Moniz recebeu o Prémio Nobel da Medicina, só em 1966, depois da sua morte, integrado numa série denominada Cientistas Portugueses (Afinsa 387) e foi necessário o Centenário do seu nascimento para que, em 1974, se homenageasse com uma série de três selos (Afinsa 1239/1241).
Portanto, José Saramago constituiu uma excepção, o precedente que pode terminar com uma regra preconcebida.
Por exemplo, figuras como Carlos Lopes ou Rosa Mota que conseguiram estrondosas vitórias em corridas de maratonas em Olimpíadas, também foram vitórias de todo um País, de todo um povo. Uma razão que deveria justificar comemoração em selos postais.
Não pretendo, de modo algum comparar a repercussão de um Prémio Nobel, com a de um vencedor de uma maratona Olímpica, só assinalar que podem voltar a dar-se mais ocasiões que será necessário ter em conta, demais já tenho ouvido falar do selo como embaixador de um País.
Este o principal argumento!
Volto a José Saramago com obras, como o “Memorial do Convento”, ou “O Evangelho Segundo Jesus Cristo”, apesar de ter una agenda carregada, a que tem de se submeter um laureado com o Prémio Nobel, não deixou de aceitar o convite a estar presente na cerimónia do lançamento do Bloco Filatélico, em sua homenagem, em 15/12/1998, na sede dos CTT.
A cerimónia contou com presenças de escritores e outras personalidades da cultura. Assistiram Norberto Pilar, Presidente dos CTT, José Manuel Mendes, Presidente da Associação Portuguesa de Escritores, Engenheiro João Cravinho, Ministro do Equipamento, Planeamento e Instrução do Território e Leonor Coutinho, Secretária de Estado.
Vários oradores tiveram o uso da palavra para, como é natural, felicitar e elogiar o laureado. José Saramago, por sua vez, proferiu um pequeno discurso, em tom coloquial, como se tivesse a dar voz a BLIMUNDA, a personagem mais interessante do “Memorial do Convento”.
Na presença de numerosos meios de comunicação entre eles a TVE (Espanha), o laureado, convidado de honra, apôs o carimbo de Primeiro Dia de Emissão num bloco sobre envelope.
A homenagem dos CTT – Correios de Portugal, ao Prémio Nobel da Literatura 1998, terminou com um vinho do Porto.
José Saramago prestou-se a dar autógrafos em FDC’s que lhe apresentaram, por certo ficaram valorizados, porque terá sido ocasião única porque, compreensivelmente, não haverá muitas destas peças filatélicas com o seu autógrafo.
Os Correis de Portugal, pela boca do actual (à data) Presidente, afirmaram privilegiar a cultura e mais uma vez demonstraram, objectivamente, essa tendência.
Porém devem fazê-lo mais amplamente, um bloco em geral, é dirigido a um mercado restrito, o dos coleccionadores de selos, muito mais no caso, com um valor facial de 200$00, que pouca aplicação tem, tendo em conta as actuais taxas.
Devia ter sido criado um selo com taxa adequada, por exemplo, para os países da EU, para uma circulação mais geral.
Devo realçar que no seu discurso e não sem um certo humor, José Saramago também fez referência ao pormenor.
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Saiu na Crónica Filatélica da Afinsa de Madrid, número 173 – Fevereiro de 1999, em espanhol, porque me desfiz do original em português procedi a uma retroversão livre.
Daniel Costa
quarta-feira, 27 de maio de 2009
filatelia
Transportes Públicos Urbanos – 3º. Grupo: Em 30/04/2009 foi emitida série de três selos, emissão ordinária, com carimbo comemorativo de Primeiro Dia de Emissão, nas Estações habituais de Restauradores – Lisboa, Município – Porto, Zarco – Funchal e Antero de Quental – Ponta Delgada.
Taxas representadas por letras: A - 1º. Porte nacional, até 20 gr.
B – Correio Azul, até 20 gr.
E – Correio para a Europa até 20 gr.
Desenhos: Atelier Acácio Santos / Hélder Soares
Fotos: Arquivo CP, Metropolitano de Lisboa, Museu do Carro Eléctrico – STCP
Em 1962, foi criado um Gabinete de Estudos de Estudos e Planeamento dos Transportes Terrestres (GEPT), presidido pelo Eng. Luís Guimarães Lobato. O GEPT foi a primeira “universidade de transportes” em Portugal, tendo criado uma plêiade de técnicos e uma escola de saberes acumulados que revolucionaram os domínios da mobilidade.
Portugal – Turquia, emissão conjunta: Em 12/05/2009 foi emitida, pelos Correios Portugueses, uma série de dois selos, que teve germinação com igual dos Correios da Turquia (mesmos motivos). Tiveram carimbos comemorativos de Primeiro Dia de Emissão e. Lisboa – Restauradores, Porto – Município, Funchal - Zarco e Ponta Delgada - Antero de Quental.
Taxas para os de Portugal: 0,32 € - 330.000
0,68 € - 230.000
Desenhos: António Magalhães
Fotos: Museu Nacional Machado de Castro/José Pessoa/DDF/IMC, Estambul Archeological Museums
Impressão: Cartor
Esta emissão procura estabelecer uma ponte cultural entre Portugal e a Turquia através da cerâmica.
Esta arte comum aos povos português e turco, e que remonta aos primórdios da nossa civilização, revela, na sua evolução, as várias influências sofridas pelas relações interculturais e constante assimilação e reinterpretação de cada povo, na procura de modos de expressão próprios.
50 Anos do Santuário do CRISTO REI: Foi emitida, em 17/05/2009, uma emissão de uma série, composto por dois selos e um bloco. Carimbos comemorativos de Primeiro Dia de Emissão em Lisboa – Restauradores, Porto – Município, Funchal – Zarco, Antero de Quental – Ponta Delgada, Pragal – Almada.
Taxas e tiragens: 0,32 € - 330.000
0.68 € - 230.000
Bloco de 2,48 € - 60.000
Desenhos: António Magalhães
Fotos: Francisco Noronha de Andrade, José Elias
Impressão: INCM
Com a presente emissão filatélica os CTT associam-se à celebração do 50.º aniversário da inauguração do Santuário do Cristo Rei, reconhecendo assim o seu valor histórico e religioso. A inspiração da construção nasce no Brasil, em 1934, quando o Cardeal D. Manuel Gonçalves Cerejeira visita o Rio de Janeiro, onde se ergue a imagem do Cristo Redentor. Para além deste facto, as razões motivadoras da sua edificação são evidentes nas Cartas Pastorais do Episcopado de 1937/46/59. O aumento do desprezo por Deus, verificado em alguns países de tradição cristã, motivou os bispos para a construção do monumento como sinal de afirmação de fé dos portugueses.
Fotos e texto de Daniel Costa
quinta-feira, 14 de maio de 2009
filatelia
Alguns órgãos de informação filatélica, do Brasil, chegaram a anunciar o lançamento de um bloco para comemorar o DIA DO LIVRO, em 23 de Outubro passado.
O bloco fora anunciado, por sua vez, pela ECT que, posteriormente, numa folha de apêndice do seu Boletim CORREIO FILATÉLICO, informava, por motivos de ordem técnica que prejudicavam a qualidade, levou a cancelar definitivamente a emissão.
Para curiosidade, nada melhor que apresentar a fotografia da peça que afinal não saiu.
Ai fica para a história da filatelia.
Publicado na revista FRANQUIA, número 24 de Janeiro de 1977.
Redigiu o editor da FRANQUIA, Daniel Costa.
terça-feira, 21 de abril de 2009
filatelia
As máquinas de venda e consequente impressão de taxas automáticas de selos, com os respectivos, começaram a ser instaladas em 1981. Eram as antigas FRAMA, de que só houve dez unidades em todo o país; Lisboa (quatro), Faro, Portimão, Vila Real de Santo António, Lagos, Albufeira e Funchal, conheceram-se só essas unidades, que se mantiveram tímidamente, em serviço alguns anos.
Em 1990 iniciou-se um novo período com novas máquinas, as Klussendorf, a fornecerem etiquetas, relativamente, já mais parecidas com selos, mas nada apelativas, até que no ano seguinte a emissão dos Espigueiros, fornecida pelas Crouzet, teve o condão de vir a despertar os filatelistas, que iniciaram também a procura das anteriores.
Resultou entre esta comunidade, os preços serem muito inflacionados, pudera!
Desde então os desenhos de cores, embora simples, passaram a representar comemorações e começou a haver especialistas das EIFA, entre os aficionados nacionais. As máquinas podiam imprimir, automáticamente, até três dígitos.
Conheço um grande filatelista que tirou e guardou uma etiqueta de 999$00.
Entretanto um alemão vinha a Lisboa sempre que era anunciada uma nova emissão de rolos de etiquetas. Postava-se junto duma máquina, na filatelia da Casal Ribeiro e ninguém mais ali chegava durante muito tempo.
O objectivo terá sido criar uma fonte comercial especializada do produto.
Presumo ter vindo daí, tanto mais que o fornecedor é alemão, há algum tempo impressa uma oferta específica de EIFAS novas, emitidas em Portugal a partir de 1990, que tomou o nome de "Correios sempre e em toda a parte", tendo o número dois do Afinsa, séries completas das taxas em uso, incluindo as de Correio Azul.
O impresso tinha o nome de "atm" - weltweit.
A valorização em Portugal não terá subido, o que talvez fosse de prever. No resto da Europa julgo que também não, embora os catálogos as tenham inflacionado, dado o entusiasmo que a proliferação das Máquinas, interferindo na paisagem dos equipamentos arquitectónicos dos grandes aglomerados, criou uma especialidade filatélica entre os coleccionadores.
Da oferta alemã, que chegou, tomo como base a série 20A do Cat. Afinsa, quatro séries, valores 50$00, 90$00, 105$00 e 140$00, por 148.00 €.
Concluiremos, que a valorização atribuída, pelo menos para o nosso mercado será alta, mesmo tendo em conta que as etiquetas de Dinossáurios terão alguma raridade e estarão esgotadísssimas na entidade emissora, o custo será elevado.
A filatelia mudou, como tudo é de modismos e entrámos no século XXI, segundo o que observamos, mesmo internacionalmente estará virada para peças, que deliciavam os mais antigos.
Daniel Costa - in "FILNUMIS", número 4, Outubro/Novembro 2007.
Nota: interessados em filatelia, procurem aqui no sítio Filatelia Caetano, para saber mais sobre compras e leituras afins.
sábado, 4 de abril de 2009
filatelia
sexta-feira, 20 de março de 2009
filatelia
Desde sempre se foram publicando bastantes textos, mais sobre variedades, que as há em bastante profusão, sobretudo em emissões base de selos de Portugal, como as séries Caravelas, D. Dinis, esta mais conhecida, por cavalinho, Paisagens e Monumentos e por aí fora.
As mais recentes, com as dos Navegadores, pelas várias posições e cores das barras fosforescentes, que apareceram por via da automatização.
Para não falar nos Ceres, devidos às várias tiragens, aos tipos de papel em que cada uma foi impressa, aos erros de fabrico, etc.
Depois há os erros de fabrico, que os Serviços de Controlo de Qualidade, dos Correios deixaram passar e por aí fora.
Baseados nestes há verdadeiros especialistas da matéria. Havendo preciosas colecções do assunto. Eu próprio escrevi variados artigos a propósito.
Actualmente, do assunto, nada tenho visto escrito.
Porém, apresento um texto de E-Mail, tal como me chegou:
Caro Daniel:Que eu saiba só há três selos novos. Um dia estava na Estação dos Correios de Águeda e o rapaz á minha frente pediu meia dúzia de selos. A senhora deulha 3 e mais três de outra folha. Ai eu não quero estes porque não têm o preço. Eu bem quis ficar com eles, mas a senhora(já falecida) também era coleccionadora e o chefe que ouviu a conversa, também. Resultado ficou um selo para cada. Tem piada que sou amigo do viúvo e do antigo chefe.Haverá mais? não sei. Pode haver em usados, aqueles que faziam parte daquela folha.Eu comecei a coleccionar em 1945 e também negociei em selos. Fui sócio de vários Clubes Filatélicos, sendo o mais importante o "Ibéria".Não tenho nenhum problema que divulgue. Um abraço Humberto
Do selo de 4$00, 1411 do cat. afinsa. Do 1º. Centenário do Museu dos CTT.
Evidentemente, também houve fraudes. Até especialistas no assunto. Cá houve, o apodado de Pêra de Satanás. O selo clandestino, que mandou fabricar, tomou a sua alcunha. O seu preço de catálogo, sendo de fabrico ordinário, tem mais valor de catálogo do que o original, por ser mais raro.
FRANQUIA MECÂNICA
Rareando estas peças, acaba de me chega, uma carta de Sdney, Autrália, ainda dirigida à revista FRANQUIA, com o envelope obliterado, com uma franquia de %$00,94º.
Informativo FILATELIA 77, dos Correios de São Paulo, acabou de chegar novo Mail, fica linck. Vale a pena clicar, para abrir e ver:
http://www.filatelia77.com.br/informativo/
INTERVALOS
CONVITE
A Direcção da Associação Filatélica Alentejana tem o grato prazer de convidar Vª Exª a honrar-nos com a sua presença na inauguração da Exposição de Fotografia "INTERVALOS", de RICARDO CANELAS, a ter lugar pelas 17 horas de sábado, dia 28 de Março de 2009, no Centro Cultural Dr. Marques Crespo, na Rua João de Sousa Carvalho, em Estremoz.
No final será servido um cocktail.
Hernâni Matos (Presidente da AFA)
Por gentileza
de Hernâni Matos, grade filatelista e animador da filatelia de Estremoz, quiçá do país, chegou convite, para esta Exposição de Fotografia, também fica linck:
Daniel Costa
segunda-feira, 16 de março de 2009
filatelia
É uma companhia encantadora que condiciona sempre o seu bom humor para completar o meu. Não bebe, mas há dias que chega a inebriar-me. Não fala mas inspira-me a ideia de adivinhar o que quer dizer-me. É atractiva e de tal maneira bela que até os seus pequenos defeitos me encantam.
Tem um carácter provocante e anima-me a explorar o seu passado interessante, mas algo misterioso.
Mesmo sem maquilhagem, as suas cores são belas.
No passado alguém terá podido servir-se dela certamente, mas não lhe roubou mérito. Os seus amigos são os meus.
Quando está a meu lado não me sinto só e jamais me incomoda. Apesar de muitos anos de intimidade, ela prende continuamente a minha atenção.
Um desconhecido pergunta-me, quanto custa?
Não posso recordar-me, a qualidade é uma virtude que perdura e da qual se esquece o preço.
Não me compreende e murmura com entusiasmo: Parece-me que farias um grande negócio vendendo-a a alguém mais jovem.
Porque venderia o meu prazer e a minha felicidade? Seria uma heresia!
É o eterno capitalista que só actua por ganância. Se ele a comprava, estou certo que só a veria de vez em quando. Não saberia apreciar os seus encantos, e possivelmente a esconderia de tal modo que não poderia ser feliz com ela.
Desejaria que não deixe de manter-se viva. Se soubesse que o amor de outro era igual ao meu, a cederia, mas, vendê-la? Jamais!
Sou seu amante.
ELA É A FILATELA!...
In revista FRANQUIA número um, de Janeiro de l974, tradução livre de Miguel Foz, pseudónimo de Daniel Costa, de um texto em espanhol, autor anónimo.
Bem Vindo!
"O Pontapé de saída" do Guia do Coleccionador começou no mês do Euro 2004 realizado do nosso Pais em Junho de 2004. Este projecto foi realizado a pensar nos coleccionadores Portugueses que já há algum tempo mereciam uma revista para combater o vazio que foi deixado pela Franquia do meu amigo Daniel Costa, que foi o grande mentor deste meu projecto.
FRANQUIA e Daniel Costa, foram sublinhados por mim.
Entrada da primeira web da revista FILNUMIS, do Barreiro, dirigida pelo amigo António Caetano, a quem agradeço a cortesia.
De facto, António Caetano foi assinante da FRANQUIA.
Tinha a veleidade de conhecer bem os amigos assinantes, pela correspondência. O citado era um dos meus.















