segunda-feira, 21 de novembro de 2016

domingo, 16 de outubro de 2016

ANTOLOGIA DE SALVADOR AO BOMBARRAL



CRUZAMENTO COM O CRIME

(embora entretanto, tem saído mais Antologias em tive participação, passo a deixar a presente)

No âmbito do do primeiro, ocorrido ontem, 15/10/2016, no TEATRO EDUARDO BASÃO, no Bombarral, o Evento do Núcleo de Letras e Artes de Lisboa, foi lançada a Antologia SALVADOR AO BOMBARRAL, que participei com a recolha literária CRUZAMENTO COM O CRIME:
CRUZAMENTO COM O CRIME

Se a estrada Peniche – Lisboa, visava o transporte do pescado, daquele grande porto piscatório, para a capital, Lisboa, era mister que o produto chegasse também a outras zonas do pais e nada como o caminho-de-ferro, o transporte por excelência do princípio de século passado.

No areal da praia de Peniche, se bem me lembro, onde hoje se situa a zona portuária, ainda nos anos cinquenta, era possível detectar linhas assentes, por onde havia de circular o comboio e teriam feito parte de uma estrutura planeada para o efeito.
O projecto foi abortado e vários abegões (tratadores e trabalhadores com bois) do concelho, com os seus bois jungidos aos respectivos carros, continuaram ainda a fazer o transporte para a estação ferroviária de S. Mamede, Bombarral.
Do porto de Peniche a S. Mamede distarão cerca de quarenta quilómetros, percorridos em linha recta por entre declives vários, atravessando, uma zona a que se dá o nome de Sezaredas, um comprido cerro onde abunda a pedra e muito mato.
Podemos imaginar o quão era difícil a vida desses abegões, que tinham de se levantar de madrugado para tratar de alimentar os ruminantes. Porém, o peixe era mister chegar fresco à estação para ser expedido para diversas zonas do país.
Conheci alguns desses esforçados homens do transporte do pescado de Peniche, a quem procurei indagar pormenores.
Na mesma época, o pastor de ovelhas, Francisco Caiado, a não regular bem da cabeça, cumpria serviço militar em Lisboa. A determinada altura veio à aldeia em gozo de férias. O transporte corrente, à época, era o comboio e a estação mais próxima da aldeia da Bufarda, Peniche, era a de S. Mamede distante dali, cerca de trinta quilómetros a corta mato.
Chegada a altura de se apresentar no quartel, meteu-se a caminho para a estação, invariavelmente, a de S. Mamede, Bombarral.
Naqueles tempos, os caminhos podiam ser perigosos, podia-se calcorrear os trinta quilómetros sem se avistar viva alma. No caso dos abegões, juntavam-se sempre vários que podiam partilhar ajudas, a dominar possíveis intempéries e outros perigos, numa assinalável entreajuda.
No caso, Francisco Caiado percorria o longo e perigoso caminho sozinho. Aconteceu que em determinada zona de matagal, saltaram-lhe dois meliantes ao caminho e apontando um caso macabro: 
- Metido mais adentro do mato estava um homem morto dependurado, este mesmo fardado de militar, estremeceu e logo temeu pela sua vida.
Encolhido, sem pinga de sangue, ouviu a pergunta destes: 
- Vocemecê conhece aquele homem que está ali dependurado?
- Não!...
- Apressou-se logo a dizer!
- Então siga o seu caminho e, não diga a ninguém o que viu.
De imediato, acelerando o passo, Francisco Caiado desandou!


Daniel Costa

domingo, 19 de junho de 2016

ENCONTRO NO BAR PREGO DE OURO






ENCONTRO NO BAR PREGO DE OURO
Criei este blog, como que, a minha montra literária, postado os meus livros editados e até uma das Antologias em que venho participando.
Porém, este post é dedicado à 11ª. Cuja participação ganhei em concurso da LERARTE – Associação Internacional de Artistas e Escritores (Recife –Brasil) tendo fica entre  20 escritores num universo de 536 escritores do Espaço da Lusofonia.
A Antologia é constituída por 20 contos, ganhadores + 6 a quem a Presidente, Isabelle Valladadares, achou com qualidade de terem Menção Honrosa.
Os meus livros podem der pedidos, com a respectiva morada para:

dan.costa@zonmail.pt ou telefone 932795115.
Serão enviados sem custos de correio, para qualquer país.
O pagamento pode ser em moeda local.
Faça a sua consulta!
Daniel Costa (escritor)

 

domingo, 10 de janeiro de 2016

OS MEUS LIVROS E NONO E DÉCIMO











Estes livros podem ser pedidos ao autor DANIEL COSTA, por telemóvel (no Brasil celular), 932975115 ou Mail dan.costa@zonmail.pt

TOP SECRET OLAVO - é uma novela policial, com cenários de Portugal e Brasil. Termina na Cidade de Guarabira, Paraíba, Brasil.

O PESCADOR DE PÉROLAS, é poesia romântica.

Preço, com oferta de despesas de correio:

Dentro de cada livro, seguirá a indicação de pagamento.

Para o Brasil 50 Reais

Para Portugal 12.50 €uros


 

terça-feira, 16 de outubro de 2012

OS MEUS LIVROS



COMO ESCRITOR E POETA, APRESENTO OS MEUS LIVROS DE QUE, EU MESMO, ME CONSTITUÍ DISTRIBUIDOR. ASSIM OS MESMOS PODEM SER ENCONTRADOS EM LIVRARIAS POR TODO O PORTUGAL. ONDE OS PODE PROCURAR. TAMBÉM ENVIO PARA QUALQUER PARTE PAÍS OU ESTRANGEIRO, NOMEADAMENTE BRASIL. PEÇA OU CONSULTE: dan.costa@zonmail.pt
Telf.s 214007206 - 932795115
DEPOIS DE MIRAR OS LIVROS, LEIA TODO O MEU CURRICULO. 

                    
                         
                        
                   
               

             
           
             
                            

 


                           




COMO ESCRITOR

2010 - Publicou “LISBOA CAFÉ”, editado por Papiro Editora.
2010 – Publicou “AMOR NA GUERRA”, editado por editora Alfarroba, o qual motivou Conferência, a convite, no Museu da República e da Resistência, em Lisboa
2011 – Passaram a figurar três poemas seus, em Antologia, no livro brasileiro – “DUETO ENCONTROS DE POESIA”.
2011 - Publicou “POEMAS PARA UM HOMEM SÓ”, editado por Papiro Editora.
2012 – Publicou – POESIA AO RITMO DO OPTIMISMO – Editora Alfarroba
2012 – Publicou – ENCONTROS LUSO – BRASILEIROS DE POESIA – de co – autoria, em dueto com a poetisa brasileira Ma Socorro – Papiro Editora
2013 - Publicou TEJO NORTE - ensaio policial - Editora Alfarroba
2013 - Publicou SONHO EMOÇÃO E POESIA - Editora Alfarroba

Em edição: EU E VOCÊ  - POEMAS e a novela policial TOP SECRET OLAVO - Editora Alfarroba

ESTA REPRESENTADO EM VÁRIAS ANTOLOGIAS.

 
DADOS PESSOAIS

  • Nacionalidade – Portugal
  • Morada - Lisboa
  • Naturalidade – Bufarda / Atouguia da Baleia / Peniche
  • Data nascimento – 04/10/1940
  • Estado civil – casado
  • BI – 2581577 – 12/08/2004 – Lisboa

TRABALHADOR NO CAMPO

Até 1964, cavei (quando ainda se cavava a terra), trabalhei em sementeiras, ceifei, sachei, fiz todo o trabalho relacionado com a produção de vinho, etc.
Cavar vinha e ceifar, muitas vezes funcionavam, como que ao desafio, de sol a sol. Fiz parte de um restrito grupo de homens, a quem era difícil bater, na área do Oeste. Em tempos de aperto, éramos contratados a ganhar o triplo da generalidade. Aconteceu logo aos 17 anos.

De 1964 a 1975, já em Lisboa, tive 11 empregos. Por fim criei a minha própria Revista, a FRANQUIA, dedicada a assuntos do âmbito da filatelia. Devo dizer que obteve sucesso no Brasil, sobretudo na área de São Paulo, onde foi promovida, por Américo Tozzini, um grande amigo, no programa radiofónico “PULO DE GATO”, da Rádio Bandeirantes.



TRALHALHOS NA ÁREA JORNALÍSTICA

1973/1974 – Colaboração assídua no extinto “Jornal do Oeste” (Rio Maior). Com o pseudónimo de Miguel Foz – contos, poesia e outros.

1974 – Criação e direcção, sob o pseudónimo de Miguel Foz de FRANQUIA – Revista Filatélica Portuguesa. Terminou em 1977 com 37 números editados.

1972/1973 – Colaboração na Revista “F.N.” – Filatelia e Numismática, com o pseudónimo de Miguel Foz. Usando o definitivamente o nome próprio, do número 88 a 106 (término), forma efectiva, como consultor, a colaboração foi alargada a artigos, editoriais e entrevistas.

1983/1987 – Colaboração permanente na revista “Coleccionando”.

1994 (Janeiro) / 2007 (Maio) quando terminou, colaborador, dito correspondente de assuntos da filatelia nacional, da revista Crónica Filatélica da Afinsa, em Madrid.

1981/2001 - Edição e direcção de “FRANQUIA – Bolsa Jornal” – Guia de Oportunidades para Coleccionadores. Terminou no número 223.

1995 – Alguma colaboração no “Jornal da Amadora” (semanal). Passou a ser sistemática desde Setembro de 2005.

2006 – Colaborador regular (bimensal) em “Filnumis – O Guia do Coleccionador”

- Outras colaborações dispersas

Daniel Costa


Daniel Costa

http://www.tvi.iol.pt/videos/13845692

AO LEITOR RECOMENDA-SE ABRIR O LINK PARA TER ACESSO A UMA PASSAGEM DO ESCRITOR DANIEL COSTA, EM 16/04/2013 PELA TELEVISÃO. CONVIDO-O POIS A VER O QUE FOI UM AVC, DE ESTREMA GRAVIDADE QUE ULTASSEI.


Quarta-feira, 4 de Julho de 2012


O autor e professor René Pélissier na revista AFRICANA STUDIA , do Centro de Estudos Africanos, referiu duas obras da Alfarroba: "Alenterra" de Rogério Pires de Carvalho (2010) e "Amor na Guerra" de Daniel Costa (2010).
 

sábado, 1 de setembro de 2012

3º. ANIVERSÁRIO CNM

CLUBE NACIONAL DE MAXIMAFILIA
3º. ANIVERSÁRIO

O Município de Viana do Alentejo, com a colaboração do CNM - Clube Nacional de Maximafilia e CTT - Correios de Portugal, vai levar a efeito, no próximo dia 07/09/2012 a primeira Mostra Filatélica, na sede deste concelho e comemorativa do 3º.aniversário do Clube Nacional de Maximafilia, com inauguração às 15 horas do dia 07 de Setembro, na Igreja da Misericórdia, sediada no interior do Castelo de Viana do Alentejo.
Em Comemoração, será lançado, no dia da inauguração, um selo personalizado, postal e carimbo comemorativo, tudo ilustrado com a igreja de Nossa Senhora de Aires, que remonta ao século XVI, sobejamente conhecido pelas festividades em honra da respectiva soberana.
 
O actual monumento, inaugurado em 1760, apresenta-se num estilo barroco rococó.
Irão estar patentes ao público nos dias 7 a 9 de Setembro, colecções de filatelia, marcofilia , temática e maximafilia.
Chegou-me convite e embora não vá estar presente, deixo agradecimentos.

BRASIALINA 2013

Excelente bloco, com dois selos, com o Parque Nacional da Tijuca, em dois selos. Bonita imagem criada pelo artista, Paulo Baptista, com a inserção, nos cantos superiores, com os símbolos Ano Internacional da Floresta 2011 e BRASILIANA 2013, Exposição Filatélica Mundial de Filatelia – FIP.
 
O logótipo da exposição está aqui na barra.

SELOS NOVOS – PORTUGAL

O RIO DOURO: em 30/067/2012, os Correios de Portugal lançaram mais uma série de quatro selos, e um bloco com carimbos de Primeiro Dia de Emissão, nas habituais Estações: Lisboa – Restauradores, Porto – Praça do Município, Funchal - Avenida Zarco e Ponta Delgada – Antero de Quental.
                            
                            
Taxa e tiragens: € 0.32 - 235.000; € 57 135.000; € 00.68 – 185. 00; € 80.00 – 135.000
Blocos: com selo de € 3.00 – 55.000
Desenhos: Atelier Whitestudio
Impressão: Printing

Abrir o link abaixo e ver um verdadeiro festival de filatelia. Está sempre actualizado

http://www.filatelia77.com.br/informativo

Daniel Costa

terça-feira, 7 de agosto de 2012

DUAS PEÇAS FILATÉLICAS



DUAS PEÇAS FILATÉLICAS
DOS CORREIOS BRASILEIROS

Nunca será de mais mencionar, que além de editar e dirigir, cerca de trinta anos, a revista FRANQUIA, que eu próprio criei, serei eu (mesmo extra revista), mais escrevi, em Portugal, sobre filatelia.
Do meu currículo, faz parte, uma reportagem para Itália e doze anos fui “Frelancer”, para e revista, CRÓNICA FILATÉLICA, de Madrid, que culminou com o estrondoso colapso da Afinsa, a empresa proprietária, em 2006.
O Brasil, por ser país irmão, sempre fez parte das minhas opções, mesmo de peças para Madrid, sobre documentos filatélicos, que se relacionavam com Portugal, já que era pressuposto, abordar apenas a filatelia portuguesa.
Depois de uma patologia, um trambolhão deveras espectacular, um ataque vascular cerebral (AVC), com intervenção cirúrgica, ao cerebelo, do que resultou ser entregue à família, em estado terminal.
Vim a retomar, por mais quatro números a FRANQUIA, até que vi ser menor a minha destreza mental para continuar.
Definitivamente, dei a revista por termina, em 2001.
Para a CRÓNICA FILATÉLICA, continuei a escrever.
Mais tarde, em 2011, tornei-me escritor e poeta.
Novas prerrogativas, foram criadas, já que escrever, é uma forma de poder!
Foi assim que me foi ofertado o livro A VIAGEM, pela sua autora, a escritora Evanir Garcia.
Cujo envelope reproduzo, por ser jóia de filatelia moderna.
 
A autenticar a sua circulação uma etiqueta de código de barras e carimbo de chegada no verso.
Outro elemento, que me é muito caro menciona, é a marca que ostenta a palavra Franquia.
Quando registei a revista FRANQUIA, em Janeiro de 1973, a palavra não era usada em português.
Foi uma antecipação, na altura criticada mesmo.
Neste espaço, não podia deixar de atribuir o nome de FRANQUIA, que continuo a ter como uma espécie de filha.
Outra peça de filatelia moderna, resume-se, a um documento também emitido pelos correios do Brasil que acompanhou, uma encomenda, que uma amiga me enviou como oferta.
 
Aos leigos, em filatelia, a menção e a reprodução, dos dois documentos pode parecer estanho.
Não o é, visto que todos os impressos emitidos, pelos correios, para envio de correspondência, se definem de filatelia,


Abrir o link abaixo e ver um verdadeiro festival de filatelia. Está sempre actualizado


Daniel Costa